Projetos
Inscrições Alunos

Aprendendo Python, Scratch e robótica como forma de desenvolver habilidades do pensamento computacional e lógico. Versão 2.

Os estudantes USP desenvolverão uma série de atividades buscando a aplicação gradativa dos conceitos teóricos de programação e, também, manter a motivação do público alvo. As atividades poderão ser desenvolvidas utilizando a linguagem Scratch, Python ou robótica, de acordo com a faixa etária e o interesse da turma e da escola. As vagas para os alunos USP serão divididas entre cada umas das 3 propostas acima, sempre priorizando os interesses da escola. A atividade será desenvolvida a cada semestre e as tarefas previstas para os alunos USP incluem planejamento, elaboração de material e ministração de aulas nas escolas. A seguir, apresentamos uma aula modelo, conforme referência [2] nas quais serão baseadas as aulas elaboradas pelos estudantes. &x2022; Aula 1: tem como objetivo apresentar o conceito de algoritmo, realizando uma dinâmica nomeada &x201c;Algoritmo no Papel&x201d;. A dinâmica usa um tabuleiro e uma folha de resposta. No tabuleiro, o aluno pode desenhar de forma livre, pintando os quadrados que desejar. Em seguida, o aluno deve preencher a folha de respostas com um algoritmo, uma &x201c;receita&x201d;, para reproduzir o desenho no tabuleiro. A turma deve trocar os tabuleiros entre si e tentar reproduzir um algoritmo que recrie o desenho do colega. Esta aula tem como objetivo apresentar o conceito de algoritmo como uma forma de &x201c;receita&x201d;: por meio dessa receita, o cozinheiro, que faz o papel do computador, poderá ler e reproduzir os passos, ou seja, um &x201c;programa&x201c;. Esta atividade será oferecida para aproximadamente 80 estudantes do ensino fundamental durante o ano letivo.

Professor/monitor/coordenador Projeto Aprender

Atualmente o Projeto Aprender é composto por um time de colaboradores que conta com 35 voluntários, entre professores, coordenadores e monitores. Trata-se de um grupo horizontal cujo todos coordenadores apresentam a mesma importância na tomada de decisão. Por vez, muitas das pautas são discutidas também na reunião de professores, possibilitando atuação docente dentro das decisões da coordenação. Os professores são separados de acordo com as matérias que eles ministram, cada grupo de professores apresenta entre 2 e 4 colaboradores. O cursinho apresenta um cronograma básico de conteúdo a ser ministrado ao longo do ano, mas os professores apresentam total autonomia para adequar o conteúdo, desde que sigam o conteúdo cobrado nos vestibulares. A divisão entre as frentes ministradas são adequadas conforme expectativas dos próprios professores das matérias e, recomenda-se aos professores seguirem o material pré vestibular do Poliedro, porém está não é uma exigência. Este professor responsável deve dar continuidade ao conteúdo previsto durante o ano. Além disso, é importante a comunicação direta com outros professores e coordenação de modo a entender as demandas dos mesmos, tais como contribuir para organização de aulas temáticas. Os professores atendem aos alunos do ensino médio de escolas públicas. A atividade ocorrerá durante 15 semanas, o que perfaz um total de 300 horas. Cabe destacar que cada um dos “professores” terá papel prioritário em cada uma das disciplinas ministradas, com execução de trabalhos, correção de exercícios, preparação de aulas entre outros. As atividades serão realizadas de 02/03/2026 a 27/11/2026 e serão contabilizadas e avaliadas para cada aluno pela profa. responsável e co-responsáveis. O conteúdo de cada uma das matérias é definido e desenvolvido pelo professor de cada disciplina.

Dream gap: Promovendo Rodas de Conversas

O projeto Dream Gap, visa reduzir a “lacuna de sonhos” nas engenharias, promovendo espaços de diálogo inspiradores e intergeracionais entre alunas da rede pública, pesquisadoras, profissionais e estudantes de graduação da EESC/USP. O termo “Dream Gap” refere-se à diferença entre os sonhos das meninas e as barreiras impostas por estereótipos de gênero, especialmente em áreas historicamente masculinizadas como engenharias e ciências exatas. A atividade aqui descrita é uma Roda de conversas, que faz parte das diversas atividades que compõem o projeto Dream Gap. As Rodas de Conversa utilizam metodologias ativas para criar ambientes seguros, acolhedores e horizontais, estimulando a escuta, troca e empoderamento. As discussões abordam o papel da educação na construção de sonhos, os desafios na escolha de carreiras em STEM (Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática) e os caminhos para a realização profissional. A iniciativa fortalece a parceria entre universidade e escola, ampliando seu alcance por meio de atividades contínuas. As Rodas ocorrem em dois formatos: uma primeira na universidade, com uma visita de alunas da escola estadual Dr. Álvaro Guião (do 9º ano ao 3º ano do ensino médio), e quinzenalmente na escola, conforme seu calendário. As Rodas serão promovidas e organizadas pelas alunas de graduação, havendo um convite para participação especial de docentes ou profissionais da área. Poderão ser utilizadas diversas ferramentas de apoio, como gamificação, por exemplo, de forma a nortear os diferentes temas abordados.

Ciências, Matemática e Computação para Alunos Atendidos pela ONG Projetando o Futuro

A ONG Projetando o Futuro (http://projetandoofuturo.org, CNPJ 28.144.819/0001-41) é uma Organização Não Governamental filantrópica sediada no bairro Santa Angelina, ao lado do Campus 2 da USP em São Carlos, que atende crianças de 8 a 17 anos em situação de vulnerabilidade social, com o objetivo de promover a educação para apoiar o ingresso dos estudantes ao mercado de trabalho e alterar os destinos de nossa sociedade. A ONG promove atividades aos sábados (manhã e tarde), que envolvem disciplinas variadas. O objetivo deste projeto de curricularização de extensão é trazer às crianças atendidas pela ONG conhecimentos nas áreas de Ciências, Matemática e Computação, ministrados pelos estudantes universitários dos diversos cursos da USP em São Carlos, não apenas como forma de reforço escolar, mas também com o objetivo de despertar o interesse dos estudantes pelo conhecimento, e motivá-los a identificar na educação uma forma de ascensão social. A atividade também visa promover o convívio das crianças atendidas pela ONG com estudantes universitários, com o objetivo de estimulá-los e instigá-los ao aprendizado e busca por conhecimento. As atividades serão organizadas em dois períodos de aulas de 1:30 de duração, com intervalo de 30 minutos entre elas, totalizando 3 horas de atividade por sábado. As aulas serão realizadas em duplas, e visam atender até 4 turmas formadas por 6 a 12 alunos de semelhante faixa etária, que podem ser oferecidas no período da manhã ou tarde. A ONG pode destinar de 4 a 8 aulas neste formato por sábado, dependendo da demanda de voluntários para este projeto. As aulas versarão sobre temas de diversas disciplinas de Ciências, Matemática e Computação, adequadas para cada faixa etária, trabalhadas junto à coordenação pedagógica da ONG. A ONG dispõe de salas de aula e também de um Laboratório de Informática para ensino de conteúdos ligados à computação, que os universitários terão acesso para adequação e ambientação antes do início das atividades.

Jardins polinizadores: concepção, instalação e manejo de abelhas sem ferrão em práticas de biodiversidade e Economia Solidária

Serão realizadas atividades de concepção, instalação e manejo de jardins polinizadores para atrair e sustentar agentes polinizadores (abelhas, borboletas e outros insetos). Junto a estes jardins, serão instaladas colmeias de abelhas sem ferrão (ASFs) em parceria com a CooperAbelhas (Cooperativa de Produtores e Criadores de Abelhas de São Carlos), onde já existe sistema agroflorestal, favorecendo um ambiente adequado para implementação piloto. Durante a construção dos jardins e o manejo das abelhas serão desenvolvidas competências pedagógicas por meio de encontros educativos e treinamentos, nos quais a interação dos participantes será igualitária e inclusiva ocorrendo em escolas e espaços públicos. Na cidade de São Carlos, este projeto pode trazer grandes benefícios para além dos ambientes escolares, já que lida com amplo leque de aprendizagens e a possibilidade de construção de espaços que promovem impactos ambientais positivos. Além disto, estudantes da USP podem ampliar o aprendizado e atuar em atividades com um público externo à universidade e que são baseadas em valores, princípios e práticas de Economia Solidária: auxiliar na sistematização de experiências vivenciadas, melhoria de registros (desenvolvimento de aplicativos) e controle – por meio de registros fotográficos, depoimentos, vídeos – organização/divulgação em ações de coleta, processamento e comercialização do mel e de outros produtos – própolis, pólen, cera, produtos derivados para usos múltiplos. A partir deste projeto, pretende-se ampliar a instalação de jardins polinizadores em diferentes ambientes, tais como escolas, comunidades e praças.

Rede Graduação na Sociedade

Escritório de Apoio à Cultura e Extensão
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Escola de Engenharia de São Carlos
Campus USP – Área 1 Avenida Trabalhador São-Carlense, 400
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