Projetos
para a Sociedade

Ciências, Matemática e Computação para Alunos Atendidos pela ONG Projetando o Futuro

A ONG Projetando o Futuro (http://projetandoofuturo.org, CNPJ 28.144.819/0001-41) é uma Organização Não Governamental filantrópica sediada no bairro Santa Angelina, ao lado do Campus 2 da USP em São Carlos, que atende crianças de 8 a 17 anos em situação de vulnerabilidade social, com o objetivo de promover a educação para apoiar o ingresso dos estudantes ao mercado de trabalho e alterar os destinos de nossa sociedade. A ONG promove atividades aos sábados (manhã e tarde), que envolvem disciplinas variadas. O objetivo deste projeto de curricularização de extensão é trazer às crianças atendidas pela ONG conhecimentos nas áreas de Ciências, Matemática e Computação, ministrados pelos estudantes universitários dos diversos cursos da USP em São Carlos, não apenas como forma de reforço escolar, mas também com o objetivo de despertar o interesse dos estudantes pelo conhecimento, e motivá-los a identificar na educação uma forma de ascensão social. A atividade também visa promover o convívio das crianças atendidas pela ONG com estudantes universitários, com o objetivo de estimulá-los e instigá-los ao aprendizado e busca por conhecimento. As atividades serão organizadas em dois períodos de aulas de 1:30 de duração, com intervalo de 30 minutos entre elas, totalizando 3 horas de atividade por sábado. As aulas serão realizadas em duplas, e visam atender até 4 turmas formadas por 6 a 12 alunos de semelhante faixa etária, que podem ser oferecidas no período da manhã ou tarde. A ONG pode destinar de 4 a 8 aulas neste formato por sábado, dependendo da demanda de voluntários para este projeto. As aulas versarão sobre temas de diversas disciplinas de Ciências, Matemática e Computação, adequadas para cada faixa etária, trabalhadas junto à coordenação pedagógica da ONG. A ONG dispõe de salas de aula e também de um Laboratório de Informática para ensino de conteúdos ligados à computação, que os universitários terão acesso para adequação e ambientação antes do início das atividades.

Escola de Inverno em Desenvolvimento Web para Meninas

Com a proposta da escola de inverno em programação web para meninas, visamos oferecer uma opção intermediária para que as meninas com conhecimentos básicos em lógica de programação possam continuar seus estudos de programação no contexto de aplicações web. A escola será ofertada de forma gratuita e on-line para alunas do Brasil todo. As alunas terão o apoio dos monitores e poderão criar soft-skills durante a execução de um projeto em equipe. Será utilizado o PBL (Project-Based Learning) e sala de aula invertida. Acompanhamento síncrono e contínuo das alunas por tutores e professores. Avaliações: Atividades avaliativas das alunas da escola incluem exercícios, quizes e o projeto. Ementa: História da web; Conceitos da web; Protocolos da web; HTML e CSS; Introdução à programação web em Python; Conceito de persistência de dados e banco de dados; Modelo de banco de dados relacional; Introdução ao SQL; Gerenciamento de Banco com MySQL; Arquitetura MVC; Introdução ao Django; – Cada aluno de graduação que participe da AEX deverá dedicar 8 horas semanais às atividades durante 5 meses, totalizando 180 horas. As 8 horas semanais serão distribuídas da seguinte forma: 4 horas de monitoria por videochamada com interação direta com o público alvo, 2 horas de correções de exercícios e 2 horas para tirar dúvidas do público alvo no chat. Os alunos de graduação poderão selecionar os horários mais convenientes para eles, evitando prejuízos nas outras atividades acadêmicas. Dentre os horários de monitorias disponíveis, têm-se, de Segunda a Domingo, de manhã (10h – 12h), tarde (14h – 16h, 16h – 18h) e noite (18h – 20h). Os horários de monitoria serão selecionados pelos alunos dependendo da disponibilidade horária de cada um deles.

Elas na Engenharia (2/2024)

As atividades contemplam práticas em visualização 3D, eletrônica, química presente no cotidiano, estruturas geotécnicas e transportes. Visualização em 3D: ocorre através de aulas e atividades práticas, iniciando pela medição de peças com blocos de montar e, posteriormente, com o uso de computadores para o desenvolvimento da modelagem de peças e montagens. Eletrônica: envolve a montagem de circuitos e análise de sua finalidade e seu funcionamento iniciando com a apresentação dos conceitos dos componentes e conceitos básicos da eletrônica: resistores, capacitores e indutores, corrente e tensão. Geotecnia: compreende o estudo de movimentos de massa e de fluxo d&x2019;água em maciços de solo e do comportamento das estruturas de solo para obras de infraestrutura civil voltadas ao suporte das necessidades básicas da sociedade, tais como provimento de água, energia e recursos minerais. São realizadas uma Introdução teórica de cunho generalista, práticas de laboratório voltadas ao contato com solos e rochas, e montagem e apresentação de protótipos de estruturas geotécnicas, tais como: barragem, areia movediça, estruturas de solo reforçado e escavações subterrâneas. Transportes: serão realizadas atividades práticas para contato com materiais empregados na construção de rodovias, ferrovias e aeroportos, envolvendo conceitos de infraestrutura e planejamento de transportes e atividades práticas de topografia. Química: tem enfoque na área de produtos naturais, bem como o manuseio de vidrarias e equipamentos laboratoriais, até o desenvolvimento de produtos em forma de cosméticos. Todas as atividades serão mediadas pelos estudantes de graduação, que serão responsáveis por preparar os planos de aula, acolher as alunas, divulgar o projeto em redes sociais e realizar levantamento de dados/feedbacks. Também estão previstas a organização e participação em mesas redondas com professoras, egressas, tratando do tema &x201c;mulheres na engenharia e nas ciências exatas”.

Da Escola para a USP: Seu Caminho para a Engenharia de Materiais e Manufatura

A atividade de extensão visa promover a divulgação do curso de Engenharia de Materiais e Manufatura da EESC-USP em escolas de ensino médio, com ênfase nas instituições públicas de São Carlos e região. Busca-se apresentar aos estudantes o papel e as áreas de atuação do Engenheiro de Materiais e Manufatura, destacando oportunidades acadêmicas e profissionais oferecidas pela USP, como bolsas de estudo, programas de pesquisa, intercâmbios, auxílios permanência e políticas de cotas. As ações serão desenvolvidas de forma dialógica, por meio de palestras e atividades interativas que aproximem os alunos da realidade universitária e do campo da Ciência e Engenharia de materiais. Os estudantes da USP envolvidos na AEX participarão ativamente do planejamento, elaboração de materiais de divulgação (slides, vídeos, folders), execução das atividades e avaliação de impacto, promovendo um aprendizado mútuo entre universidade e comunidade escolar. O projeto pretende contribuir para a democratização do acesso ao ensino superior, estimulando o interesse pela área tecnológica e reforçando a função social da universidade pública. Serão coletados dados quantitativos e qualitativos por meio de questionários aplicados antes e após as ações, permitindo mensurar o aumento do conhecimento dos participantes sobre a carreira e a USP, em consonância com os princípios da extensão universitária e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) relacionados à educação de qualidade e redução das desigualdades.

Um jogo como estratégia pedagógica para abordar problemas complexos

A atividade contém duas etapas. Na primeira etapa, os estudantes de graduação passarão por um treinamento para aprender a aplicar uma estratégia de ensino-aprendizagem em formato de jogo. Inicialmente desenvolvido em formato digital, o jogo consiste em diagramas de loops causais em que diversas variáveis do sistema de mobilidade urbana se relacionam por meio de setas. Esse jogo foi desenvolvido para auxiliar na compreensão de sistemas complexos, nos quais relações de causa e efeito entre variáveis qualitativas e quantitativas nem sempre são claras. Nesta etapa, haverá três encontros com até 3 horas cada: no primeiro, os estudantes se familiarizarão com os princípios da Dinâmica de Sistemas, metodologia que fundamenta o jogo, e também com tecnologias inovadoras, como veículos automatizados (AVs), veículos elétricos (EVs) e micromobilidade compartilhada, que vêm mudando os rumos da mobilidade urbana. Neste mesmo encontro, os alunos serão submetidos a uma aplicação do jogo. No segundo encontro, será discutida e elaborada uma estratégia para transformar o jogo em formato analógico. No terceiro encontro, espera-se que os alunos façam uma demonstração da aplicação do jogo (tanto em formato analógico quanto digital), para prepará-los para a segunda etapa da atividade. Na segunda etapa da atividade, os estudantes serão responsáveis por aplicar o jogo em um público externo, abrangendo centros de ensino, escolas técnicas e técnicos de órgãos públicos como a Prefeitura. Os alunos apresentarão os conceitos básicos das tecnologias abordadas e da metodologia utilizada, além de guiar os participantes em todas as etapas da dinâmica, desde a explicação até a execução prática. Planeja-se fazer dois encontros com até 3 horas cada. Espera-se demonstrar para o público externo que a análise não-linear do sistema de mobilidade urbana pode revelar impactos e consequências nem sempre óbvias da introdução dessas novas tecnologias, incentivando uma reflexão crítica sobre o tema.

Conscientização nas Escolas de Ensino Fundamental e Ensino Médio sobre o Uso de Energia Solar Fotovoltaica

O curso é uma inovação sobre treinamento e capacitação de alunos de ensino fundamental e médio sobre os benefícios da energia solar fotovoltaica. O treinamento é realizado por alunos monitores (treinamento teórico e prático) e pelo Prof. Dr. Elmer Pablo Tito Cari, coordenador do Curso Solar USP. Para tanto, as primeiras semanas da atividade serão para a formação e qualificação dos monitores, bem como a proposição de práticas a serem oferecidas aos estudantes de ensino fundamental e médio. O projeto prevê treinamento teórico, realizado em uma salas das pós-graduação/Anfiteatro Armando Toshio Natsume &x2013; SEL/EESC e a parte prática será realizada nos arredores do Carport Solar USP e em Frente do Anfiteatro. Haverá uma avaliação final onde será mostrado as oportunidades do setor solar fotovoltaico. Os participantes aprenderão o princípio de funcionamento de um sistema fotovoltaico ligado à rede ou &x201c;On-grid&x201d;, a partir do Carport Solar que está instalado no SEL/EESC, o princípio de funcionamento de sistema fotovoltaico desligado da rede, autônomo, &x201c;Off-grid&x201d;, a partir de kits didáticos elaborados exclusivamente para esta finalidade (ventilador solar, carregador solar e lâmpada solar) e de conceitos importantes como sustentabilidade, reciclagem de módulos fotovoltaicos e pegadas de carbono produzidas pela geração fotovoltaica, etc. A conscientização de alunos de ensino fundamental e médio na tecnologia de energia fotovoltaica torna-se fundamental para contribuir no desenvolvimento do país pelo potencial solar fabuloso que o Brasil possui que, muitas vezes, por desconhecimento dos benefícios desta nova tecnologia e dos desafios, ainda existem setores que resistem à mudança do novo marco energético mundial. Dentre os benefícios, destaca-se a contribuição para diminuir os efeitos do aquecimento global, desenvolvimento energético sustentável e abertura de um mercado de trabalho crescente.

Projeto Rondon: extensão universitária e cidadania

Esta AEX tem como objetivo formar estudantes que desejem participar do Projeto Rondon, desde a elaboração do projeto até atuação direta na comunidade. Para participar do Projeto Rondon, a Instituição de Ensino Superior (IES) deve submeter projeto quando do lançamento de edital: – No caso de o IAU USP conseguir ser aprovado, passa-se à seleção de 8 (oito) alunos de diversas áreas. Cada conjunto é composto por 8 alunos e 2 professores por IES. – No caso de o IAU USP não ser aprovado no edital, a atividade prática será desenvolvida em comunidades locais, em São Carlos e vizinhança. O Projeto Rondon é uma ação interministerial, coordenada pelo Ministério da Defesa, destinada a contribuir com o desenvolvimento da cidadania nos estudantes universitários, empregando soluções sustentáveis para a inclusão social e a redução de desigualdades regionais e visando ao fortalecimento da Soberania Nacional. Em estreita parceria com os ministérios que compõem o Comitê de Orientação e Supervisão (COS) do Projeto Rondon torna-se uma ferramenta eficaz para fomentar o desenvolvimento sustentável e a capacitação da população dos municípios atendidos, com vistas a aproveitar as políticas públicas disponibilizadas pelos governos federal, estaduais e municipais. (Fonte: https://www.gov.br/defesa/pt-br/assuntos/projeto-rondon) As atividades da AEX dividem-se em 3 etapas: 1) Elaboração de Projeto para submeter aos editais do Projeto Rondon: características da região selecionada pelo edital, desenvolvimento detalhado das oficinas a serem oferecidas (8hs semanais por 1 mês= 32h); 2) Oficinas práticas para formação dos alunos para atuarem nas comunidades (1 sábado – 8h) 3) Atuação junto a uma comunidade local como projeto piloto para o Projeto Rondon nacional. (2 sábados &x2013; 10h)

Professor/monitor/coordenador Projeto Aprender

Atualmente o Projeto Aprender é composto por um time de colaboradores que conta com 35 voluntários, entre professores, coordenadores e monitores. Trata-se de um grupo horizontal cujo todos coordenadores apresentam a mesma importância na tomada de decisão. Por vez, muitas das pautas são discutidas também na reunião de professores, possibilitando atuação docente dentro das decisões da coordenação. Os professores são separados de acordo com as matérias que eles ministram, cada grupo de professores apresenta entre 2 e 4 colaboradores. O cursinho apresenta um cronograma básico de conteúdo a ser ministrado ao longo do ano, mas os professores apresentam total autonomia para adequar o conteúdo, desde que sigam o conteúdo cobrado nos vestibulares. A divisão entre as frentes ministradas são adequadas conforme expectativas dos próprios professores das matérias e, recomenda-se aos professores seguirem o material pré vestibular do Poliedro, porém está não é uma exigência. Este professor responsável deve dar continuidade ao conteúdo previsto durante o ano. Além disso, é importante a comunicação direta com outros professores e coordenação de modo a entender as demandas dos mesmos, tais como contribuir para organização de aulas temáticas. Os professores atendem aos alunos do ensino médio de escolas públicas. A atividade ocorrerá durante 15 semanas, o que perfaz um total de 300 horas. Cabe destacar que cada um dos “professores” terá papel prioritário em cada uma das disciplinas ministradas, com execução de trabalhos, correção de exercícios, preparação de aulas entre outros. As atividades serão realizadas de 02/03/2026 a 27/11/2026 e serão contabilizadas e avaliadas para cada aluno pela profa. responsável e co-responsáveis. O conteúdo de cada uma das matérias é definido e desenvolvido pelo professor de cada disciplina.

Aprendendo Python, Scratch e robótica como forma de desenvolver habilidades do pensamento computacional e lógico. Versão 2.

Os estudantes USP desenvolverão uma série de atividades buscando a aplicação gradativa dos conceitos teóricos de programação e, também, manter a motivação do público alvo. As atividades poderão ser desenvolvidas utilizando a linguagem Scratch, Python ou robótica, de acordo com a faixa etária e o interesse da turma e da escola. As vagas para os alunos USP serão divididas entre cada umas das 3 propostas acima, sempre priorizando os interesses da escola. A atividade será desenvolvida a cada semestre e as tarefas previstas para os alunos USP incluem planejamento, elaboração de material e ministração de aulas nas escolas. A seguir, apresentamos uma aula modelo, conforme referência [2] nas quais serão baseadas as aulas elaboradas pelos estudantes. &x2022; Aula 1: tem como objetivo apresentar o conceito de algoritmo, realizando uma dinâmica nomeada &x201c;Algoritmo no Papel&x201d;. A dinâmica usa um tabuleiro e uma folha de resposta. No tabuleiro, o aluno pode desenhar de forma livre, pintando os quadrados que desejar. Em seguida, o aluno deve preencher a folha de respostas com um algoritmo, uma &x201c;receita&x201d;, para reproduzir o desenho no tabuleiro. A turma deve trocar os tabuleiros entre si e tentar reproduzir um algoritmo que recrie o desenho do colega. Esta aula tem como objetivo apresentar o conceito de algoritmo como uma forma de &x201c;receita&x201d;: por meio dessa receita, o cozinheiro, que faz o papel do computador, poderá ler e reproduzir os passos, ou seja, um &x201c;programa&x201c;. Esta atividade será oferecida para aproximadamente 80 estudantes do ensino fundamental durante o ano letivo.

Professor/monitor Projeto Aprender

Atualmente o Projeto Aprender é composto por um time de colaboradores que conta com 35 voluntários, entre professores, coordenadores e monitores. Trata-se de um grupo horizontal cujo todos coordenadores apresentam a mesma importância na tomada de decisão. Por vez, muitas das pautas são discutidas também na reunião de professores, possibilitando atuação docente dentro das decisões da coordenação. Os professores são separados de acordo com as matérias que eles ministram, cada grupo de professores apresenta entre 2 e 4 colaboradores. O cursinho apresenta um cronograma básico de conteúdo a ser ministrado ao longo do ano, mas os professores apresentam total autonomia para adequar o conteúdo, desde que sigam o conteúdo cobrado nos vestibulares. A divisão entre as frentes ministradas são adequadas conforme expectativas dos próprios professores das matérias e, recomenda-se aos professores seguirem o material pré vestibular do Poliedro, porém está não é uma exigência. Este professor responsável deve dar continuidade ao conteúdo previsto durante o ano. Além disso, é importante a comunicação direta com outros professores e coordenação de modo a entender as demandas dos mesmos, tais como contribuir para organização de aulas temáticas. Os professores atendem aos alunos do ensino médio de escolas públicas. A atividade ocorrerá durante 15 semanas, o que perfaz um total de 300 horas. Cabe destacar que cada um dos “professores” terá papel prioritário em cada uma das disciplinas ministradas, com execução de trabalhos, correção de exercícios, preparação de aulas entre outros.

Jardins polinizadores: concepção, instalação e manejo de abelhas sem ferrão em práticas de biodiversidade e Economia Solidária

Serão realizadas atividades de concepção, instalação e manejo de jardins polinizadores para atrair e sustentar agentes polinizadores (abelhas, borboletas e outros insetos). Junto a estes jardins, serão instaladas colmeias de abelhas sem ferrão (ASFs) em parceria com a CooperAbelhas (Cooperativa de Produtores e Criadores de Abelhas de São Carlos), onde já existe sistema agroflorestal, favorecendo um ambiente adequado para implementação piloto. Durante a construção dos jardins e o manejo das abelhas serão desenvolvidas competências pedagógicas por meio de encontros educativos e treinamentos, nos quais a interação dos participantes será igualitária e inclusiva ocorrendo em escolas e espaços públicos. Na cidade de São Carlos, este projeto pode trazer grandes benefícios para além dos ambientes escolares, já que lida com amplo leque de aprendizagens e a possibilidade de construção de espaços que promovem impactos ambientais positivos. Além disto, estudantes da USP podem ampliar o aprendizado e atuar em atividades com um público externo à universidade e que são baseadas em valores, princípios e práticas de Economia Solidária: auxiliar na sistematização de experiências vivenciadas, melhoria de registros (desenvolvimento de aplicativos) e controle – por meio de registros fotográficos, depoimentos, vídeos – organização/divulgação em ações de coleta, processamento e comercialização do mel e de outros produtos – própolis, pólen, cera, produtos derivados para usos múltiplos. A partir deste projeto, pretende-se ampliar a instalação de jardins polinizadores em diferentes ambientes, tais como escolas, comunidades e praças.

Rede Graduação na Sociedade

Escritório de Apoio à Cultura e Extensão
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Escola de Engenharia de São Carlos
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