Projetos
para a Sociedade

Projeto de fertirrigação com produto similar a um preparado biodinâmico produzido com biofertilizante

O assentamento Capão das Antas, localizado no município de São Carlos, tem uma área de 360 ha e, no momento, há 2 hortas de 700 m2, cada, cultivadas com vários tipos de hortaliças. Algumas das 219 famílias assentadas têm criação de animais, somando um total de 152 porcos, 245 patos, 805 galinhas, 19 coelhos, 13 ovelhas e 3 vacas. Neste projeto, pretende-se produzir um produto similar a um preparado biodinâmico a partir de um produto similar a um biofertilizante produzido com resíduos da lavoura. Será utilizado esterco bovino e cama de frango (galinhas e patos). Outros estercos podem ser utilizados após melhoria das condições sanitárias. Em termos de produção orgânica, o assentamento Capão das Antas não atende a vários quesitos, entre eles, cito apenas alguns poucos, a saber: não há tratamento de esgoto doméstico, não há preocupação com o bem-estar animal, não há condições sanitárias adequadas à criação animal. A atividade propõe o aproveitamento dos resíduos orgânicos e sua posterior utilização como produto similar a um preparado biodinâmico produzido com biofertilizante nas lavouras, está baseado na Portaria MAPA nº 52, de 15 de março de 2021, que &x201c;Estabelece o Regulamento Técnico para os Sistemas Orgânicos de Produção e as listas de substâncias e práticas para o uso nos Sistemas Orgânicos de Produção&x201d;. Para a lavoura pertencente ao Capão das Antas, duas possibilidades de biofertilizantes podem ser sugeridas: (a) aproveitamento dos resíduos das atividades consorciadas de criação de animais e agricultura ou (b) compostagem sólida de esterco animal com adição de microrganismos obtidos do processo de compostagem líquida contínua do produto comercial Microgeo®. O &x201c;Microgeo®&x201d; é um produto com registro no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e certificado pelo IBD, preparado à base de diversas fontes orgânicas e inorgânicas, sendo enriquecido com rochas moídas que contém cerca de 50% de silicatos de magnésio, cálcio, ferro e outros oligoelementos.

Conscientização nas Escolas de Ensino Fundamental e Ensino Médio sobre o Uso de Energia Solar Fotovoltaica

O curso é uma inovação sobre treinamento e capacitação de alunos de ensino fundamental e médio sobre os benefícios da energia solar fotovoltaica. O treinamento é realizado por alunos monitores (treinamento teórico e prático) e pelo Prof. Dr. Elmer Pablo Tito Cari, coordenador do Curso Solar USP. Para tanto, as primeiras semanas da atividade serão para a formação e qualificação dos monitores, bem como a proposição de práticas a serem oferecidas aos estudantes de ensino fundamental e médio. O projeto prevê treinamento teórico, realizado em uma salas das pós-graduação/Anfiteatro Armando Toshio Natsume &x2013; SEL/EESC e a parte prática será realizada nos arredores do Carport Solar USP e em Frente do Anfiteatro. Haverá uma avaliação final onde será mostrado as oportunidades do setor solar fotovoltaico. Os participantes aprenderão o princípio de funcionamento de um sistema fotovoltaico ligado à rede ou &x201c;On-grid&x201d;, a partir do Carport Solar que está instalado no SEL/EESC, o princípio de funcionamento de sistema fotovoltaico desligado da rede, autônomo, &x201c;Off-grid&x201d;, a partir de kits didáticos elaborados exclusivamente para esta finalidade (ventilador solar, carregador solar e lâmpada solar) e de conceitos importantes como sustentabilidade, reciclagem de módulos fotovoltaicos e pegadas de carbono produzidas pela geração fotovoltaica, etc. A conscientização de alunos de ensino fundamental e médio na tecnologia de energia fotovoltaica torna-se fundamental para contribuir no desenvolvimento do país pelo potencial solar fabuloso que o Brasil possui que, muitas vezes, por desconhecimento dos benefícios desta nova tecnologia e dos desafios, ainda existem setores que resistem à mudança do novo marco energético mundial. Dentre os benefícios, destaca-se a contribuição para diminuir os efeitos do aquecimento global, desenvolvimento energético sustentável e abertura de um mercado de trabalho crescente.

Projeto Diversificação de Atividades de Reforço Escolar

As atividades de reforço escolar constituem uma importante ferramenta facilitadora da prática docente, e são um instrumento de suporte e acompanhamento muito eficaz para a evolução dos alunos. Sabe-se que o processo de ensino e aprendizagem não é linear para todos os estudantes, assim sendo, o reforço escolar representa uma alternativa para alunos que apresentam dificuldades de aprendizagem em determinada disciplina, dando-lhes a oportunidade de rever conteúdos, através de diferentes maneiras de explicação, da apresentação de outros exemplos, ou ainda, da atenção mais individualizada, que os ajudará a fixar melhor a matéria e aprimorar seu aprendizado. Assim sendo, este projeto busca realizar um conjunto de ações articuladas de apoio à aprendizagem de estudantes do Ensino Fundamental ao Ensino Médio, levando-os a obterem melhores resultados nas disciplinas de Física, Química e Matemática. Aproveitando-se os espaços e horários disponíveis na escola, o aluno receberá, em seu contraturno escolar, o apoio necessário para desenvolver avanços em sua aprendizagem, através de atividades diversificadas. Este apoio será realizado por alunos extensionistas dos cursos de graduação da Escola de Engenharia de São Carlos. Semanalmente, os extensionistas serão orientados pelos professores das escolas participantes na execução das atividades de reforço escolar, de acordo as necessidades locais e de cada grupo de alunos envolvidos. Os universitários poderão realizar preparação de atividades, experimentos, aplicação de exercícios de verificação, esclarecimento de dúvidas, auxílio na execução de trabalhos solicitados pelo professor, entre outros. O trabalho será realizado em duplas, durante 4 horas semanais, divididas em duas ocasiões semanais, ou a critério dos professores das escolas atendidas.

Estimulação Elétrica Funcional na Sociedade

A atividade prevê a visita presencial e trabalho dos estudantes na clínica em Campinas pela duração de uma semana, onde acompanharão terapias com permissão dos pacientes, oferecerão suporte no funcionamento da clínica e a pacientes em espera, além de aprender na prática o funcionamento da terapia. Os estudantes também participarão ativamente no laboratório onde a instrumentação para a realização da clínica é desenvolvida, de modo a entender o fundamento do princípio de ação da terapia, além de difundir o conhecimento para futuros agentes do mercado. Os alunos serão monitorados constantemente pelos responsáveis e não terão objetivo de realizar a terapia com pacientes, mas sim acompanhar e entender seu funcionamento. Essa atividade será seguida pela elaboração de um documento com o intuito de divulgação que ficará acessível aos pacientes prospectivos e atuais da clínica, com informações a respeito do funcionamento da terapia de Estimulação Elétrica Funcional para desmistificar e incentivar o seu uso entre quem desta possa se beneficiar. Serão dedicados dois meses para a elaboração do documento após o término da visita presencial à clínica, além de um terceiro mês para revisões necessárias antes da publicação. Em Agosto, será feita uma apresentação aberta para o público geral a respeito da terapia de Estimulação Elétrica Funcional para a população de São Carlos.

Projeto Diversificação de Atividades de Reforço Escolar

As atividades de reforço escolar constituem uma importante ferramenta facilitadora da prática docente, e são um instrumento de suporte e acompanhamento muito eficaz para a evolução dos alunos. Sabe-se que o processo de ensino e aprendizagem não é linear para todos os estudantes, assim sendo, o reforço escolar representa uma alternativa para alunos que apresentam dificuldades de aprendizagem em determinada disciplina, dando-lhes a oportunidade de rever conteúdos, através de diferentes maneiras de explicação, da apresentação de outros exemplos, ou ainda, da atenção mais individualizada, que os ajudará a fixar melhor a matéria e aprimorar seu aprendizado. Assim sendo, este projeto busca realizar um conjunto de ações articuladas de apoio à aprendizagem de estudantes do Ensino Fundamental ao Ensino Médio, levando-os a obterem melhores resultados nas disciplinas de Física, Química e Matemática. Aproveitando-se os espaços e horários disponíveis na escola, o aluno receberá, em seu contraturno escolar, o apoio necessário para desenvolver avanços em sua aprendizagem, através de atividades diversificadas. Este apoio será realizado por alunos extensionistas dos cursos de graduação da Escola de Engenharia de São Carlos. Semanalmente, os extensionistas serão orientados pelos professores das escolas participantes na execução das atividades de reforço escolar, de acordo as necessidades locais e de cada grupo de alunos envolvidos. Os universitários poderão realizar preparação de atividades, experimentos, aplicação de exercícios de verificação, esclarecimento de dúvidas, auxílio na execução de trabalhos solicitados pelo professor, entre outros. O trabalho será realizado em duplas, durante 4 horas semanais, divididas em duas ocasiões semanais, ou a critério dos professores das escolas atendidas.

escola [bica-aquífero] mundo : lugares de aprendizagem entre o parque do bicão e o aquífero guarani

escola [bica-aquífero] mundo propõe uma investigação pedagógica mobilizando arte e ciência numa oficina voltada a crianças de 9-10 anos, alunos da Escola Estadual Profa. Elydia Benetti, em São Carlos. Parte-se do Parque do Bicão, vizinho à escola, constantemente sujeito à inundações, e da nascente de mesmo nome e que, numa perspectiva interescalar, conecta-se ao Aquífero Guarani – maior manancial subterrâneo de água doce transfronteiriço do mundo. O parque, compreendido como um laboratório por excelência, será uma plataforma para conhecimentos e práticas que partem da Água como elemento essencial à vida. Este território educativo combina camadas naturais, históricas e socioculturais e será investigado como lugar de aprendizagem a ser reconhecido, mapeado e interpretado em atividades voltadas a fortalecer os vínculos de professores e estudantes com o meio ambiente e a cidade através de espaços públicos para além dos muros da Escola. A atividade parte de um arranjo institucional entre a E.E. Elydia Benetti e a Universidade de São Paulo (Instituto de Arquitetura e Urbanismo e Instituto de Estudos Avançados), aproximando artistas, professores, pesquisadores, estudantes e representantes da comunidade. Objetiva-se, a partir de atividades de “arte-ciência cidadã”, produzir um mapeamento participativo sensível do parque com uso de metodologias diversas, incluindo coletas de materiais e relatos, produção de desenhos, uso de aplicativos de identificação de espécies vegetais e animais, produção de mapas geográficos – seguida pela instalação dos resultados na escola, e organização do material para uma publicação de pequena tiragem e baixo orçamento que será distribuída para a comunidade escolar e frequentadores do Parque do Bicão, utilizando-se de estratégias de circulação como cartazes, mapas e peças gráficas independentes. A atividade será realizada nos meses de setembro e outubro de 2024.

VÁRZEAS URBANAS: RESILIÊNCIA, E DIVERSIDADE EM PAISAGENS LATENTES

Este projeto é parte do projeto VÁRZEAS URBANAS: RESILIÊNCIA, E DIVERSIDADE EM PAISAGENS LATENTES, vinculado ao CNPq, Processo: 405908/2023-7, com vigência de 05/12/2023 fim: 31/12/2026. A proposta de estudos que integra professores de quatro universidades: IAU USP São Carlos; UNESP Bauru, Vale do Ribeira; FAU USP São Paulo e Universidade Federal de Goiás, tendo como coordenador Arthur Cabral, UNESP Bauru. A pesquisa trata das paisagens de várzeas urbanas, tendo como objeto de estudo o Bairro de SANTA FILOMENA, BAURUSP, e se organiza em torno de três eixos: 1) Condições da vegetação, do relevo e dos cursos d?água, tomados em seus aspectos biofísicos e simbólicos; 2) Espaços livres, modos de habitação e frequentação; 3) Uso de ferramentas adequadas a cartografar as representações e imaginários presentes nos interstícios urbanos. VINCULADA AO EIXO 03, esta proposta do prof. LUCIANO B COSTA, IAU USP São Carlos, tem como OBJETIVO tratar do morar quanto a relação entre amplitude e confinamento a beira da várzea em habitações locais ou em apartamentos do Programa Minha Casa, Minha Vida, ambos presentes no Bairro Vila Filomena. Tal situação espacial caracteriza a condição ambígua do morar na várzea, em que os espaços restritos das habitações populares são apresentadas como soluções às condições de moradia anteriores justificadas como precárias. METODOLOGIAATIVIDADE parte da diversidade espacial e social que caracteriza a várzea de Sta Filomena, por meio de uma abordagem transversal que correlaciona a vivência dos moradores aos processos espaciais e históricos. Para isso, a pesquisa trabalha com fotografias, entrevistas e reflexão teórica, todas baseadas em visitas a campo. Assim, propõem-se produzir retratos dos moradores em duas condições, o morar em habitação social e o morar na várzea; elaborar textos articulando reflexão e entrevistas, produzir material gráfico acessível à comunidade com os resultados da pesquisa.

Manutenção Evolutiva de Sistemas de Comunicação Alternativa e Aumentativa (CAA) para Pessoas com Necessidades Complexas de Comunicação

Tecnologias Assistivas (TAs) visam eliminar barreiras e promover a inclusão de pessoas com deficiência por meio de recursos, equipamentos ou sistemas, a fim de melhorar sua autonomia, mobilidade e comunicação. Em particular, sistemas de Comunicação Alternativa e Aumentativa (CAA) buscam atender pessoas com Necessidades Complexas de Comunicação (NCC). Apesar do potencial de recursos computacionais de CAA, muitos profissionais e familiares não possuem acesso, devido ao alto custo dos sistemas, ou não sabem como utilizar e incluir essas tecnologias na realidade de indivíduos que precisam desse suporte. Nesse contexto, esta atividade de extensão propõe a manutenção evolutiva de ferramentas computacionais de CAA para crianças com NCC, visando ampliar suas possibilidades de expressão e interação por meio de estratégias acessíveis e adaptadas às suas necessidades individuais. A AEX ocorrerá no período de 01 de setembro de 2025 a 15 de dezembro de 2026, totalizando 15 semanas. É esperada uma dedicação de, aproximadamente, 6 horas semanais para cada discente e de 1 hora semanal para a docente. A AEX deve seguir uma metodologia ágil baseada no SCRUM. No início do semestre, juntamente com a coordenadora, os docentes irão definir os requisitos a serem implementados nas ferramentas, assim como demais atividades necessárias para a conclusão dos objetivos, o que inclui tarefas de estudo e tarefas de avaliação das ferramentas. A cada duas semanas, orientados pela docente, os docentes irão realizar a estimativa de tempo e assumir tarefas, considerando a carga horária de dedicação esperada pela AEX (6 horas semanais). Os docentes devem realizar reuniões diárias de curta duração para reportarem aos colegas de equipe o andamento das tarefas assumidas.

USP Imersão – Behring Tech

Ocorrerá uma semana de imersão de 60 alunos oriundos de Escolas Públicas do ensino médio, de modo que participem de palestras e de diversas atividades dentro e fora do ICMC. As atividades terão início no dia 19/07 e finalizam dia 26/07. Os alunos participarão no período da manhã de palestras, serão 3 palestras/rodas de conversa paralelas realizadas do dia 20 ao dia 25 (18 palestras), além de reuniões da equipe para o desenvolvimento de um hackathon que será realizado com todos os estudantes e apresentado no domingo, com uma banca de avaliação. No período da tarde os alunos vivenciarão outras atividades, como visitas ao ParkTech, à UFSCAR, ao Observatório da USP, entre outras atividades. Haverá no sábado, dia 19/07, uma apresentação realizada pelos grupos de extensão, apresentando o que esses grupos desenvolvem. Sendo assim, os estudantes realizarão atividades como: Preparação dos ambientes para a realização do Hackathon, formulários de avaliação das palestras, organização dos palestrantes, acompanhamento dos alunos em todas as atividades realizadas dentro e fora da USP, acompanhamento dos alunos durante os períodos de almoço (alguns realizados no bandejão da USP) e jantar, além do acompanhamento de todas as atividades realizadas no interior da USP, como durante a visita ao Museo da Computação. Nas semanas seguintes haverá reuniões para devolutivas e acompanhamento dos alunos. Sendo assim a atividade será de 19/07/2025 até 20/08/2025

Confluências entre a Educação Ambiental e a Educação Matemática.

Este projeto integra uma das iniciativas do Ano USP Sustentável, e busca possibilitar ideias e discussões engendradas nas relações entre a educação ambiental e a Educação Matemática, a partir de experimentações produzidas com os alunos da graduação e da pós-graduação, composta por três visitas práticas (com transporte incluso) nos dias 09 e 23/08 e 13/09 (sujeito a alterações) em diferentes comunidades que praticam a compostagem, além de quatro encontros que irão ocorrer na FEUSP (Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo), nos dias 01, 15 e 29/08 e 19/09 (horário: 8h-11h). Para o desenvolvimento de soluções sustentáveis previstas neste projeto, propomos a produção de três materiais: o primeiro consiste na construção de composteiras em miniaturas, adaptadas à realidade urbana, escolar e comunitária, que serão construídas durante as experimentações realizadas nas comunidades; as outras duas produções tratam-se de materiais didáticos pedagógicos, sendo um deles a produção de cartilhas educativas baseadas nos protótipos das compostagens visitadas ao longo do projeto, sendo um material viável de aproximação do conhecimento acadêmico-científico com a sociedade; e a produção de um jogo de tabuleiro acessível para a educação básica, que tem como objetivo compartilhar de forma criativa, interativa e lúdica os processos de compostagem e sustentabilidade, tendo em vista que o jogo é uma ferramenta que contribui para potencializar a aprendizagem (conteúdo e prática) de modo mais significativo tanto para quem ensina, quanto para quem aprende. Ao final do projeto espera-se que o desenvolvimentos de uma metodologia replicável para a construção de composteiras, produza conscientização sobre o impacto da compostagem na gestão de resíduos, bem como possibilite a produção, por parte dos participantes, de cartilhas educativas e do jogo pedagógico que serão distribuídos nas comunidades visitadas para serem utilizados nas escolas enquanto difusão dos processos da compostagem.

Rodas de conversa sobre microbiologia em escolas

Segundo a BNCC, alunos do ensino fundamental 1 estudam questões relacionadas aos seres vivos na unidade temática Vida e evolução. As habilidades a serem desenvolvidas são: 1) EF01CI03 que inclui a discussão sobre as razões pelas quais os hábitos de higiene do corpo (lavar as mãos antes de comer, escovar os dentes, limpar os olhos etc.) são necessários para a manutenção da saúde; e 2) EF04CI08 que visa propor, a partir do conhecimento das formas de transmissão de alguns microrganismos (vírus, bactérias e protozoários), atitudes e medidas adequadas para prevenção de doenças a eles associadas. As atividades propostas incluem bate-papos e dinâmicas com alunos do 1º e 4º ano, explicando sobre microrganismos, onipresença de bactérias, bactérias do bem e do mal e alimentação saudável. Haverá focos específicos aos alunos 1º ano discorrendo sobre a habilidade de bactérias em formar biofilme nos dentes (também chamado de tártaro). Biofilmes são causadores das principais doenças bucais: cáries, gengivite e periodontite. Será contada a história do livro &x201c;Biofilmes e a aventura de uma bactéria&x201d;. Já para os alunos do 4º ano, também haverá o foco na ação e importância das vacinas para prevenir doenças infecciosas. Será contada a história do livro &x201c;Clô, a bactéria&x201d;. Para ambos os grupos haverá discussão sobre importância de se lavar as mãos, acompanhada de dinâmicas que serão registradas por meio de fotos e vídeos, que serão editados pelo grupo e postados em redes sociais para ampla divulgação. Graduandos receberão um treinamento sobre o assunto e modo a ser abordado, a história a ser contada e as dinâmicas a serem feitas. A equipe será reunida no IFSC-USP pra discussões sobre a apresentação, a manufatura de materiais a serem usados em escolas e treinamento de microscopia. A atividade proposta poderá aumentar a motivação da criança quanto à higiene pessoal e a conscientização sobre as vacinas e estimular a curiosidade, levando conhecimento sobre microbiologia de uma maneira lúdica

Alfabetização Científica II

O negacionismo científico evidenciado na pandemia e a recente disputa orçamentária das Universidades Estaduais e da FAPESP com o governo do Estado nos lembram que a interação com a sociedade em geral é muito importante. Grande parte da interação em cursos de ciência básica está ligada diretamente às atividades de divulgação científica para um público geral. Pretendemos desenvolver um projeto que engaje alunos de graduação, no contexto da curricularização da extensão, para ensinar o processo científico para um público que pode ser escolar ou geral. Termos os seguintes objetivos específicos: Divulgar como funciona o pensamento científico, experimento e resultados, e a importância da matemática como linguagem científica. Para este fim utilizaremos temas contemporâneos da ciência, ensinando a reconhecer seus aspectos científicos e seu impacto na promoção da qualidade de vida ou avanço de conhecimento. Este projeto pretende com esta caracterização dar subsídios aos atendidos para reconhecer notícias falsas (Fake News) e adotarem uma postura mais crítica em relação à informação que recebem. Os estudantes de graduação que participarem do projeto terão oportunidade de desenvolver suas “soft skills” e adequar sua linguagem à comunicação com um público amplo visando melhorar a percepção pública da ciência. O projeto seguirá as seguinte etapas: 1) Preparação conceitual dos problemas abordados 2) Preparação das atividades a serem desenvolvidas em espaços formais e não-formais de educação 3) Execução das atividades de campo 4) Avaliação das atividades de campo e impacto aferido Nesta segunda etapa os estudantes seguirão com a proposta, porém diversificando a temática e aprofundando o desenvolvimento de ações interativas.

Alfabetização Científica I

O negacionismo científico evidenciado na pandemia e a recente disputa orçamentária das Universidades Estaduais e da FAPESP com o governo do Estado nos lembram que a interação com a sociedade em geral é muito importante. Grande parte da interação em cursos de ciência básica está ligada diretamente às atividades de divulgação científica para um público geral. Pretendemos desenvolver um projeto que engaje alunos de graduação, no contexto da curricularização da extensão, para ensinar o processo científico para um público que pode ser escolar ou geral. Termos os seguintes objetivos específicos: Divulgar como funciona o pensamento científico, experimento e resultados, e a importância da matemática como linguagem científica. Para este fim utilizaremos temas contemporâneos da ciência, ensinando a reconhecer seus aspectos científicos e seu impacto na promoção da qualidade de vida ou avanço de conhecimento. Este projeto pretende com esta caracterização dar subsídios aos atendidos para reconhecer notícias falsas (Fake News) e adotarem uma postura mais crítica em relação à informação que recebem. Os estudantes de graduação que participarem do projeto terão oportunidade de desenvolver suas “soft skills” e adequar sua linguagem à comunicação com um público amplo visando melhorar a percepção pública da ciência. O projeto seguirá as seguinte etapas: 1) Preparação conceitual dos problemas abordados 2) Preparação das atividades a serem desenvolvidas em espaços formais e não-formais de educação 3) Execução das atividades de campo 4) Avaliação das atividades de campo e impacto aferido

A química que você come e bebe &x2013; Viver mais e melhor 60+: Venha participar desta roda de conversa!

Levar conhecimentos através da química às pessoas, especialmente para o grupo 60+, através dos alimentos e bebidas, para que reflitam através da química como obter uma vida mais saudável fazendo uma boa alimentação. Mostrar de forma lúdica a química presente nos alimentos e bebidas que fazem parte das refeições diárias (café da manhã, almoço, lanche da tarde e jantar). Por exemplo, apresentar as fórmulas estruturais dos açúcares, das vitaminas, das proteínas, dos sais minerais, lipídeos, óleos e gorduras. Apresentar quais são as suas funções e implicações frente a uma alimentação rica em bons nutrientes. Para uma melhor compreensão da química serão elaborados jogos de cartas, caça-palavras, jogos de quebra-cabeça, palavras cruzadas para que as pessoas 60+ aprendam de forma lúdica. Essas atividades lúdicas possibilitarão uma interação em equipe entre todos os participantes nesta atividade extensionista. Alguns temas a serem abordados: i) Açúcares: A importância e os cuidados com a alimentação frente aos diferentes tipos de açúcares encontrados nos alimentos (sacarose, frutose e os açúcares presentes na batata, arroz, mandioca, adoçantes, etc.). Abordar essas fontes de energia e a necessidade da ingestão adequada de açúcares para ter uma vida saudável. ii) Vitaminas e Sais Minerais: A importância das vitaminas na saúde e em quais alimentos são encontrados (frutas, verduras) e os sais minerais (macronutrientes e micronutrientes). Como combinar alguns destes alimentos e elementos para serem bem aproveitados pelo organismo. iii) Proteínas: A importância das proteínas na saúde e quais as principais fontes de alimentos em que são encontradas as proteínas de origem animal e vegetal. iv) Lipídeos, Óleos e Gorduras: Onde são encontrados e quais funções e implicações têm em nossa saúde. Os ácidos graxos fundamentais (ômegas 3, 6, 9), o que significam estes números e quais as funções que desempenham no organismo.

Elaboração e aplicação de oficinas em eventos de ensino e divulgação científica promovidos pelo CDCC e EIC (USP São Carlos)

O Centro de Divulgação Científica e Cultural da Universidade de São Paulo (CDCC/USP), em parceria com o Espaço Interativo de Ciências (EIC – IFSC/FAPESP), promove eventos anuais relacionados às atividades de ensino e divulgação científica que estes centros desenvolvem, destinados ao público escolar e ao público em geral. Dentre estes eventos, temos (i) as Tardes de Férias do CDCC/EIC, que ocorrem em janeiro e julho, durante as férias escolares; (ii) mostra de materiais didáticos desenvolvidos pelo CDCC/EIC em Feiras de Ciências (realizadas em São Carlos e em outras cidades); (iii) oficinas dirigidas a alunos e professores do ensino básico, sob demanda das escolas da região. Outros eventos possíveis para oferecimentos de oficinas e atividades pelos discentes são o Dia Mundial do Meio Ambiente, o Pint of Science, a Semana da Primavera dos Museus, a Semana Nacional da Ciência e Tecnologia. As temáticas das oficinas poderão abranger as áreas atendidas pelo CDCC e EIC em seus materiais didáticos e espaços expositivos, a saber: Biologia geral, Ciências Ambientais, Física, Química, Biologia Celular e Molecular, Microbiologia, Plantas medicinais. As oficinas a serem desenvolvidas podem ou não incluir os materiais didáticos desenvolvidos pelo CDCC (por exemplo os dos programas Experimentoteca do CDCC e Mão na Massa) e pelo EIC (modelos tridimensionais de biomoléculas, mídias virtuais), que tratam das mesmas áreas acima mencionadas. Quanto à metodologia utilizada nas oficinas, atividades práticas e experimentais devem ser incluídas. Espera-se contribuir com o aprimoramento dos conhecimentos científicos dos discentes, bem como o desenvolvimento de habilidades de comunicação destes conhecimentos. Junto ao público-alvo, espera-se contribuir com a alfabetização científica dos participantes, bem como ampliar sua percepção a respeito das ações de divulgação científica da USP.

Rede Graduação na Sociedade

Escritório de Apoio à Cultura e Extensão
2o andar do Edifício E-1
Escola de Engenharia de São Carlos
Campus USP – Área 1 Avenida Trabalhador São-Carlense, 400
CEP 13.566-590 – São Carlos – SP

Contato

+55 16 3373-8263